ANIVERSÁRIO EMBAIXADORES DO REI

VEM AÍ O ANnullVER 2017

01 Jul 2016 0 comment
Durante o mês de Janeiro de 2017, Embaixadores do Rei de todo o Brasil estarão unidos em um só propósito: anunciar o Reino de Deus. O evento acontecerá no Sítio do Sossego, local que recebe os Embaixadores do Rei há muitos anos.

O acampamento é dividido em quatro semanas: a primeira, de 2 a 6 de janeiro. A segunda, de 9 a 13 de janeiro. A terceira, de 16 a 20 de janeiro e a quarta, de 23 a 27 de janeiro. Será um tempo de alegria, diversão e estudo da palavra de Deus.

Para mais informações acesse: http://www.anverss.com, http://www.facebook.com/anverss ou denaer@embaixadoresdorei.org

APÓSTOLO PAULO

APÓSTOLO PAULO I

Começaremos este capítulo, relatando de forma breve, mas salutar, algumas fases da vida de Paulo, segundo Exegese de Romano (FARIA, 2003, p 5-6). Pelas quais ficará claro a distinção do ministério apostólico de Paulo e dos outros discípulos, considerando sua formação e consciência, que muito se difere dos demais discípulos.

Infância
2/1 a.C. – Nasce em Tarso – SAULO/PAULO
4 d.C. – Com 05 anos de idade – Aprende a TORÁ
9 d.C. – Com 10 anos de idade – Aprende a MISHNAH (Tradições Judaicas)

Adolescência
12 d.C. – Com 13 anos – Passa cerimônia do BAR MITZVAH (Filho do Mandamento) – Passa a viver conforme as leis do VT – Entra para a Escola de Gamaliel (Este era um privilégio concedido aos melhores alunos)
25 d.C. – Início do Ministério de João Batista (13 anos)
26 d.C. – Saulo fica estudando em Jerusalém

Juventude e fase adulta
29-35 d.C. – Crucificação de Jesus
32 d.C. – Estuda em Tarso
31-35 d.C. – Conversão em Damasco – At. 09 (mais ou menos após um ano da crucificação de Jesus)
33 d.C. – Viagem pela Arábia – Gl 1.17-18 (durante 03 anos)
34/35/36 d.C. – Vai a Jerusalém – 1º visita – (Vê apenas a Pedro e Tiago – irmão de Jesus, e fica com ele 15 dias) – Gl. 1.18-19
34/35-48 d.C. – (Durante 14 anos) Viaja pelas regiões da Diria e Cilícia (Tarso) –É arrebatado até o terceiro céu (ao PARAÍSO) e ouve palavras que não é lícito ao homem falar. (II Co. 12.2-4)
47 d.C. – Barnabé chama Paulo para ajudá-lo na igreja em Antioquia onde fica 01 ano. (At. 11.26b)

Início do Ministério
48 d.C. – Volta a Jerusalém junto com Barnabé, levando também Tito (Gl. 2.1) – Inicia então sua primeira viajem missionária (42 anos)- Observem que Paulo já é um senhor quando inicia o seu ministério – Concílio Apostólico – At 15
50 d.C. – No início da primavera (provavelmente em Éfeso) escreve aos Tessalonicenses (ou aos Gálatas), e três meses depois escreve aos Romanos. (45/46 anos)
51/52-55/56 d.C. – 2º Viajem Missionária – Ásia Menor e Grécia (51 anos)
56 d.C. – 3º Viajem Missionária (56 anos)
59 d.C. – Parte para Roma
60 d.C. – Chega em Roma
62 d.C. – Solto por Nero
62a 64 d.C. – Ministério no oriente (Éfeso – I Tm; e Creta – Tt).
64 d.C. – Nero incendeia Roma
64-65 d.C. – Paulo viaja à Espanha.
64-68 d.C. – Preso novamente e executado em Roma, provavelmente na Via Àpia.
70 d.C. – Destruição de Jerusalém;

Paulo, um homem rico no saber, específico nas suas abordagens, munido de um amplo raciocínio e profundo conhecimento para fundamentação daquilo que queria transmitir e que tem inspirado a muitos homens há séculos como: Lutero, Agostinho, Coleridge, Godet, João Crisóstomo, Griffith Thomas, João Calvino, Melanton, William Ramsay e Davi Bacon, como narra Faria (2003, p.32,33).
Homem de coragem e perseverança incansável na obra do Divino Salvador, a ponto de sofrer terrivelmente e ainda assim entender estes episódios como privilégios concedidos por Deus, conforme narrativa de II Cor 11.16-33.
Possuía uma visão missionária firmada na vocação Divina sem nunca ser pesado aos irmãos da fé, trabalhando simultaneamente enquanto desenvolvia seu ministério (I Ts 2.9).
Conhecedor da arte da oratória dialogou com os filósofos de sua época sem titubear certo dia no Areópago, em Atenas (Atos 17.15-34).
Sabia lidar com a idéia da morte de forma totalmente diferente da maioria das pessoas, referindo-se a ela como uma promoção, declarando que para ele viver é Cristo e morrer é ganho (Fl 1.21), tendo plena certeza do encontro com seu Salvador e a convicção da recompensa que superaria todas as dores e dificuldades deste mundo presente, como deixa registrado em Rm 8.18: “Porque para mim, tenho por certo, que as provações do tempo presente, não são para se comparar, com a glória que nos há de ser revelada”.

APÓSTOLO PAULO II

A VIDA DO APÓSTOLO PAULO

“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).

Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.

Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.

Aqui e acolá em suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Atos dos Apóstolos, um amplo esboço das atividades de Paulo. Lucas, autor dos Atos, era médico e historiador gentio do primeiro século.

Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intérminos debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registros. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjeturas.

A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo lampeja repentinamente em cena como um adulto numa crise religiosa, resolvida pela conversão. Desaparece por muitos anos de preparação. Reaparece no papel de estadista missionário, e durante algum tempo podemos acompanhar seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes de sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.

Sua Juventude:

Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Atos a explicação de Paulo sobre sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (At 21:39). Esta afirmação nos dá o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.

A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.

Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes, cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais artigos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im­portante estrada romana corria ao norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas Cilicianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nesse passo entre as montanhas.

Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.

O general romano Marco Antônio concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autônoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.

Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.

O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Co 10:4).

Paulo escreve de “naufragar” (1 Tm 1:19), do “oleiro” (Rm 9:21), de ser conduzido em “triunfo” (2 Co 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espetáculo (teatro) ao mundo” (1 Co­ 4:9).

Tais declarações refletem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos formativos da sua meninice. Assim as vistas e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.

Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As idéias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.

Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não passava de um menino pequeno, por muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo a respeito dele.

Quanto, exatamente, foi o contato que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contato com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava cônscio dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens… e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Cl 2:8).

B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.

Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.

Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.

A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.

Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.

C) De Descendência Judaica. Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa de sua família. Ele se descreve aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Fp 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rm 11:1).

Dessa forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai de seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.

A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.

Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.

Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua virilidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”

Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.

Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.

Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).

Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.

D) A Morte de Estevão. Não fora pelo modo como Estevão morreu (At 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem comoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos apedrejadores. Teria parecido apenas outra execução legal.

Mas quando Estevão se ajoelhou e as pedras martirizantes choveram sobre sua cabeça indefensa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Atos 7:60).

Embora essa crise tenha lançado Paulo em sua carreira como caçador de hereges, é natural supor que as palavras de Estevão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.

E) Uma Carreira de Perseguição. Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Atos 8:3).

A Conversão:

A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes se dispersaram e em breve a nova fé estava sendo pregada por toda a parte (cf. Atos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Atos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.

Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Atos 9:2).

Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso para encontrar paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.

Isso o libertou? A resposta de Paulo, baseada em sua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helertístico de Tarso não deve ser menosprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois de seu retorno a Jerusalém, ele deve ter achado irritante o rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele havia respirado ar mais livre durante a maior parte de sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.

Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo de sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude de sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser reto para com Deus?

Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo se viu despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias de Deus e do seu povo. Estevão estivera certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (At 9:5-6). E Saulo obedeceu.

Durante sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Atos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.

BANDEIRAS

A embaixada deve possuir três bandeiras que devem ser expostas em cada reunião, ou somente nos dias em que na programação constar o juramento às bandeiras. Todavia, em ocasiões festivas e em acampamentos a presença das bandeiras dá um toque todo especial.
Ao ar livre, as bandeiras não podem permanecer no mastro à noite, salvo se estiverem iluminadas. Nunca de devem ser hasteadas antes do sol nascer, nem arriadas depois do sol se pôr.

Bandeira Nacional
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Sempre posta entre as dos Embaixadores do Rei e Cristã, como que em destaque em mastro mais alto que as demais. No hasteamento é sempre a primeira a ser içada, e em arriamento é sempre a última a ser arriada.

Juramento à Bandeira Nacional

“Prometo, pela minha honra, proceder em todas as circunstâncias como homem consciente de seus deveres, amar a minha pátria e defendê-la na paz e na guerra”.

Bandeira Cristã
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Sempre posta ao lado da Bandeira Nacional em mastro mais baixo que a Nacional. No hasteamento é sempre a segunda a ser içada, e em arriamento é sempre a penúltima a ser arriada.

Juramento à Bandeira Cristã

“Prometo, ser fiel ao meu Salvador Jesus Cristo, amá-lo de todo o meu coração e servi-lo com todas as minhas forças. Levarei a sua bandeira com a Bíblia aberta a todo mundo”.

Bandeira dos Embaixadores do Rei
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Sempre posta ao lado da Bandeira Nacional em mastro mais baixo que a Nacional e do mesmo tamanho ao da Cristã. No hasteamento é sempre a última a ser içada, e em arriamento é sempre a primeira a ser arriada. Mede 0,70m x 1,00m e divide-se em três partes (ou três panos), duas azuis e uma branca. Ao centro, a insígnia dos ER em amarelo. As cores são: azul real, branco e amarelo ouro.

Juramento à Bandeira dos ER (Compromisso)

“Prometo, esforçar-me por uma vida digna de um embaixador do Rei, guardar meus lábios da mentira, da impureza e de tomar o nome de Deus em vão. Conservar meu corpo limpo e pronto para o serviço. Estudar a vida de grandes embaixadores do Rei, na Palavra de Deus e nos livros missionário. Dar tudo o que puder para o sustento de missões e pelo meu trabalho ajudar a estabelecer o Reino de Deus na terra”.

(A partir daqui somente os embaixadores do Rei batizados)

“Prometo, ser leal a Jesus Cristo, viver para Ele e servi-Lo sempre. Terei uma vida pura, direi sempre a verdade, corrigirei os meus erros. Se assim não for, para que nasci?”.

UNIÃO DE HOMENS BATISTAS DO BRASIL

A UHBB é um departamento da Convenção Batista Brasileira e tem como objetivo motivar os homens batistas a proclamarem e viverem o verdadeiro evangelho.
Nossa sede fica na Rua José Higino, 416, Prédio 15, Tijuca, Rio de Janeiro-RJ.

Para a realização das suas atividades ela tem uma Secretaria Geral, administrada pôr um Secretário Geral nomeado pelo CPC, com três departamentos fins:
DENASHOB – Departamento Nacional de Sociedade de Homens Batistas
DENAGAM – Departamento Nacional de Grupo de Ação Missionária
DENAER – Departamento Nacional de Embaixadores do Rei
O Secretário Geral administra a União, edita as revistas, supervisiona os trabalhos dos departamentos e faz o elo de ligação com os secretários gerais convencionais, visando o trabalho harmônico dos homens batistas em todo o Brasil.
O DENASHOB realiza as suas atividades voltadas para a faixa etária de 36 anos até a chamada do irmão para a glória eterna com Jesus Cristo no céu.
O DENAGAM tem as suas atenções voltadas para os moços na faixa etária de 17 aos 35 anos de idade, quando eles recebem o nome de Gamistas.
O DENAER direciona as suas atenções para os meninos na faixa etária de 09 aos 16 anos de idade. Esses meninos são carinhosamente chamados de Embaixadores do Rei, porque eles são orientados para serem verdadeiros representantes do Rei Jesus Cristo aqui na terra.
Uma de nossas grandes conquistas, com certeza é estarmos administrando o Acampamento Batista Sítio do Sossego, considerado o Quartel General dos Embaixadores do Rei, mas hoje, você batista brasileiro pode dizer com orgulho que o Sitio do Sossego é o Quartel General dos Batistas Brasileiros.

Tema, divisa, hino permanente

TEMA: “Deus garante vitórias”

DIVISA: “Que diremos pois a estas coisas: se Deus é por nós, quem será contra nós?” — Romanos 8:31

HINO PERMANENTE: 454 CC – “Vitória nas lutas”

Novo Estatuto da UHBB

ESTATUTO DA UNIÃO HOMENS BATISTAS DO BRASIL
CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINALIDADE
Art. 1º – A UNIÃO HOMENS BATISTAS DO BRASIL, doravante denominada, União de Homens, com sede na Rua José Higino, 416 – Prédio 15, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ. CEP 20.510 – 412, e foro na cidade do Rio de Janeiro – RJ é uma ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA, sem fins lucrativos, fundada em 23 de janeiro de 1978, por tempo indeterminado, pela CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA, doravante, Convenção, com número ilimitado de membros e tem por finalidade promover o programa da União de Homens, em conformidade com os princípios cristãos evangélicos batistas, definidos na Declaração Doutrinária da Convenção, e com a legislação em vigor.
Art. 2º – A União de Homens segue o espírito e a letra do Estatuto e Regimento Interno da Convenção, a quem está subordinada, seguindo, fielmente, as diretrizes gerais e orientação programática da Convenção, apresentando-lhe relatórios anuais de suas atividades, bem como os resultados financeiros e balanço patrimonial.
Art. 3º – A União de Homens terá um regimento interno, aprovado pelo Conselho Administrativo da União de Homens e homologado pelo Conselho Geral da Convenção.
Art. 4º – Na consecução de suas finalidades compete à União de Homens:
I – promover o programa da União de Homens em todo o território nacional;
II – promover atividades missionárias, educacionais, de ação social e outras, buscando desenvolver um caráter, profundamente, cristão no seus membros;
III – incentivar o espírito missionário do homem batista brasileiro, conforme as Sagradas Escrituras;
IV – editar, publicar e distribuir revistas e periódicos e toda literatura adequada à filosofia da União de Homens;
V – manter relações com os organismos estaduais e regionais da União de Homens, dando-lhes apoio na realização dos seus objetivos e propósitos;
VI – desenvolver programas de natureza espiritual, cultural, social e educacional, visando alcançar os seus fins;
VII – promover atividades em níveis nacionais e regionais, congressos, seminários, acampamentos, encontros de líderes, bem como atividades culturais: cursos para formação de liderança, visando o bem-estar, o crescimento e a edificação do homem batista brasileiro;
VIII – ministrar programas de treinamento de capacitação;
IX – promover a obra de assistência social cristã, através de instituições e programas específicos nas igrejas locais;
X – incentivar a criação, nas igrejas batistas, dos seus segmentos: Embaixadores do Rei (ER), Grupos de Ação Missionária (GAM) e Sociedade de Homens Batistas (SHB), entendendo-se por União de Homens Batistas na Igreja local o conjunto de Embaixadores do Rei, Grupo de Ação Missionária e Sociedade de Homens Batistas.
CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO
Seção I
Membros
Art. 5º – A União de Homens, organização executiva da Convenção, é composta de organizações de homens, definidas no regimento interno, constituído por homens, rapazes, adolescentes e juniores, membros das Igrejas Batistas filiadas à Convenção.
Art. 6º – Perderá a condição de membro da União de Homens:
I – quando desligado por esta ou deixar de fazer parte de uma Igreja Batista filiada à Convenção.
II – quando solicitar o seu desligamento;
III – quando deixar de apoiar a União de Homens, como previsto neste Estatuto e no Regimento Interno
§ 1º – O desligamento será feito em Assembléia Geral da União de Homens mediante parecer de uma comissão especial por esta constituída.
§ 2º – Sob qualquer alegação, nenhum direito poderá ser concedido àquele que deixar de ser membro da União de Homens.
Seção II
Direitos e Deveres
Art. 7º – São direitos das organizações associadas, membros da União de Homens:
I – participar da Assembléia Geral da União de Homens, através de seus representantes, devidamente credenciados pelas Uniões de Homens locais, com direito a voz e voto;
II – ter seus representantes indicadas para quaisquer cargos eletivos;
III – participar dos eventos e programas promovidos pela União de Homens;
IV – receber assistência e apoio da União de Homens, no desenvolvimento do programa que realizam na Igreja local;
V – defender-se de qualquer acusação que lhe seja feita.
Art. 8º – São deveres das Organizações Associadas membros da União de Homens:
I – apoiar a União de Homens, promovendo por todos os meios, os seus propósitos e finalidades;
II – ser fiel aos princípios bíblicos e doutrinários adotados pela Convenção;
III – participar das atividades gerais da União de Homens, com ela colaborando, para que alcance as metas estabelecidas por esta;
IV – dar apoio financeiro à União de Homens, através das ofertas especiais, levantadas pelas organizações locais;
V – divulgar junto às Convenções Estaduais e regionais o programa de trabalho da União de Homens;
VI – zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto.
CAPÍTULO III
DA ASSEMBLÉIA GERAL
Art. 9º – Para tratar de assuntos relacionados com o seu programa de trabalho, a União de Homens reunir-se-á anualmente, em Assembléia Geral Ordinária, constituída de representantes credenciados, representantes das organizações de Homens Batistas de que são membros.
§ 1º – A União de Homens poderá realizar Congressos inspirativos ao tempo das Assembléias Gerais.
§ 2º – O representante deverá ser membro de uma Igreja Batista filiada à Convenção e ter capacidade cível, condição indispensável para que seja eleito e componha a Diretoria e outros cargos da União de Homens.
§ 3° – As Assembléias Gerais Ordinárias serão realizadas no local e ocasião da Assembléia Geral Ordinária da Convenção.
§ 4º – As Assembléias Gerais Extraordinárias, quando necessário, serão realizadas em local e data fixados pelo Conselho Administrativo da União de Homens.
Art. 10 – São atribuições da Assembléia Geral:
I – eleger e destituir os membros da Diretoria;
II – eleger o Diretor Executivo, mediante indicação do Conselho Administrativo da União de Homens, doravante, Conselho Administrativo e homologação do Conselho Geral da Convenção Batista Brasileira, doravante, Conselho Geral da Convenção;
III – aprovar o relatório anual e as contas da União de Homens, na forma do Regimento Interno;
IV – autorizar a alienação de bens imóveis, desde que homologadas pelo Conselho Geral da Convenção;
V – deliberar sob a admissão e desligamento de organizações associadas;
VI – aprovar o Estatuto e o Regimento Interno da União de Homens, submetendo-os à aprovação da Convenção, por encaminhamento do Conselho Geral da Convenção;
VII – constituir comissões e nomeá-las, quando necessário.
Art. 11 – A convocação da Assembléia Geral será feita pelo Presidente ou por seu substituto legal, no impedimento daquele, mediante a publicação em O Jornal Batista, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias.
Art. 12 – Quando necessário, a Assembléia Geral poderá ser convocada, extraordinariamente, após consulta prévia ao Conselho Administrativo, mediante publicação em O Jornal Batista, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
Art. 13 – O Conselho Administrativo deverá acolher requerimento que lhe seja dirigido por no mínimo 1/5 (um quinto) das organizações associadas, solicitando a convocação extraordinária da Assembléia Geral, a fim de apreciar os assuntos expostos no requerimento.
Art. 14 – Cada organização associada poderá credenciar, através das organizações locais, representantes correspondentes a até 30% (trinta por cento) das associadas que destas façam parte.
Art. 15 – A Assembléia Geral e as demais organizações adotarão as regras parlamentares da Convenção.
Art. 16 – A Assembléia Geral será instalada e funcionará com o quorum de 60% (sessenta por cento) dos seus representantes devidamente credenciados.
Art. 17 – As deliberações da Assembléia Geral serão tomadas pelo voto favorável da maioria dos presentes, exceto nas situações especiais previstas neste Estatuto ou no Regimento Interno.
Art. 18 – Nos casos de eleição e destituição do Diretor Executivo, bem como reforma do presente Estatuto, será exigido o voto mínimo favorável de 2/3 (dois terços) dos representantes das organizações associadas presentes, especialmente convocados para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem que esteja representada a maioria das referidas organizações ou, no mínimo, 1/3 (um terço) delas nas convocações seguintes.
CAPÍTULO IV
DA DIRETORIA E SUAS FUNÇÕES
Art. 19 – Para dirigir a União de Homens, bem como sua Assembléia Geral será eleita uma Diretoria composta de: Presidente, Primeiro Vice-presidente, Segundo Vice-Presidente, Primeiro Secretário e Segundo Secretário, para mandato de 2 (dois) anos.
§ 1º – Para eleição só poderão votar as representantes civilmente capazes e neste caso só estes poderão compor o quorum exigido.
§ 2º – Estarão impedidos de reeleição para qualquer cargo da Diretoria, aqueles que tenham ocupado cargos na Diretoria por 2 (dois) mandatos consecutivos anteriores, observando o interstício de um mandato para novas eleições.
§ 3º – Nenhum membro da Diretoria será remunerado, cabendo-lhe tão somente, o direito ao reembolso das despesas quando a serviço da União de Homens.
§ 4º – A posse da Diretoria será realizada na última sessão da Assembléia Geral Ordinária, sendo seu mandato exercido até a posse da nova Diretoria.

§ 5º – O sistema de eleição será regulamentado no Regimento Interno.
Art. 20 – Compete ao Presidente:
I – convocar e presidir as Assembléias;
II – assinar as atas juntamente com o Secretário;
III – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;
IV – representar a União de Homens, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente;
V – ter assento presencial no Conselho Geral da Convenção, na qualidade de membro, com direito a voz e ao exercício do voto, cujos direitos são intransferíveis, sob qualquer alegação.
VI – exercer as demais funções inerentes ao cargo e às previstas no regimento interno.
Parágrafo único – O Presidente poderá fazer-se representar através de procurador, com poderes específicos.
Art. 21 – Compete aos Primeiro Vice-presidente; Segundo Vice-presidente substituir o Presidente em seus impedimentos, observada a ordem de eleição.
Art. 22 – Compete ao Primeiro Secretário:
I – responsabilizar-se pelas atas assinando-as, juntamente com o Presidente;
II – exercer as demais funções inerentes ao cargo.
Parágrafo único – As atas poderão ser redigidas por profissionais técnicos, previamente indicados pela Diretoria, inclusive na assessoria ao Secretário.
Art. 23 – Compete ao Segundo Secretário substituir o Primeiro Secretário em seus impedimentos.
CAPÍTULO V
DO CONSELHO ADMINISTRATIVO
Seção I
Composição
Art. 24 – A União de Homens é administrada por um Conselho Administrativo, constituído pela Diretoria da União de Homens e por 8 (oito) membros eleitos pela Assembléia Geral e homologados pela Convenção, com mandato de 4 (quatro) anos, renovados, anualmente, por 50% (cinqüenta por cento) dos seus membros e mais um representante de cada organização associada estadual e regional.
§ 1º – A Assembléia Geral elegerá também 2 (dois) suplentes para o período de um

mandato que substituirão, na ordem de eleição, os membros do Conselho Administrativo, no caso de impedimento ou vacância.
§ 2º – A União de Homens integrará o Comitê de Educação Religiosa da Convenção, que a assessorará, especialmente, na orientação, coordenação e avaliação dos objetivos da União de Homens.
§ 3º – A Diretoria da União de Homens é também a Diretoria do Conselho Administrativo.
Art. 25 – Os membros do Conselho Administrativo não serão remunerados, a qualquer título e não receberão vantagens ou benefícios.
Parágrafo Único – Os membros do Conselho Administrativo, quando a serviço da União de Homens, terão direito ao ressarcimento das despesas relacionadas, estritamente, com o exercício do seu mandato, desde que devidamente comprovadas.
Art. 26 – É condição para ser eleito e exercer a função de membro do Conselho Administrativo:
I – ser membro de uma Igreja Batista filiada à Convenção;
II – ser plenamente capaz na forma da lei;
III – não ser empregado da União de Homens ou de alguma das suas Instituições ou ter sido, durante os 2 (dois) últimos anos;
IV – que, de qualquer modo, receba dela remuneração.
Art. 27 – O Conselho elegerá, anualmente, dentre os seus membros uma comissão de assessoria ao Diretor Executivo constituído de 5 (cinco) membros, cujas funções serão previstas no Regimento Interno.
Seção II
Reuniões
Art. 28 – O Conselho Administrativo realizará a sua primeira reunião ordinária, após a realização da Assembléia Geral Ordinária.
§ 1º – As demais reuniões, bem como as suas decisões e quorum, serão regulamentadas no regimento interno.
§ 2º – O Conselho Administrativo poderá realizar reuniões em situações especiais pelo sistema de teleconferência ou outro meio que venha existir, uma vez assegurado o quorum regimental para tomada de decisões.
Art. 29 – Perderá o mandato o membro que não comparecer a pelo menos uma reunião ordinária, em cada exercício.
Seção III
Atribuições
Art. 30 – Compete ao Conselho Administrativo:
I – estabelecer a política geral a ser observada pela União de Homens definindo diretrizes, metas e normas gerais reguladoras de sua atividade;
II – indicar o Diretor Executivo, a ser nomeado pela Assembléia Geral da União de Homens e que será homologado do Conselho Geral da Convenção;
III – homologar as nomeações dos titulares de cargos gerenciais feitas pelo Diretor Executivo;
IV – receber legados, doações e heranças, em nome da União de Homens, sendo revertidas, integralmente, para o patrimônio desta;
V – zelar pelo cumprimento do presente Estatuto;
VI – adquirir, onerar, vender bens imóveis, em nome da União de Homens, nos termos deste Estatuto, desde que receba a homologação do Conselho Geral da Convenção;
VII – aprovar o estatuto e o regimento interno de suas instituições;
VIII – elaborar e gerir o planejamento estratégico estabelecido pela Convenção;
IX – elaborar e encaminhar à Convenção, através do Conselho Geral da Convenção, proposta e reforma do Estatuto e regimento interno da União de Homens;
X – prestar relatório à Assembléia Geral;
XI – elaborar o orçamento financeiro, bem como o calendário anual da União de Homens;
XII – aprovar os relatórios anuais das instituições a serem aprovados pela Assembléia Geral;
XIII – contratar e demitir os coordenadores das divisões;
XIV – planejar, coordenar e dirigir as atividades da União de Homens;
XV – exercer as demais funções inerentes ao cargo e previstas no Regimento Interno.
Seção IV
Diretoria do Conselho Administrativo
Art. 31 – O Conselho Administrativo será dirigido pela Diretoria da União de Homens, composta de Presidente, Primeiro Vice-presidente e Segundo Vice-presidente, Primeiro Secretário e Segundo Secretário.
Art. 32 – Compete ao Presidente:
I – convocar e presidir as reuniões do Conselho Administrativo;
II – assinar as atas com o Secretário;
III – assinar escrituras com outro membro da Diretoria, e com o Diretor Executivo, por decisão do Conselho Administrativo e homologação da Convenção, nos termos deste Estatuto;
IV – representar a União de Homens, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente, podendo outorgar mandados para estes fins e delegar poderes para representá-lo em quaisquer circunstâncias, no limite deste Estatuto;
V – tomar decisões juntamente com o Diretor Executivo, nos casos, comprovadamente, excepcionais ou de extrema urgência, prestando os devidos esclarecimentos ao Conselho Administrativo;
VI – firmar convênios;
VII – cumprir e fazer cumprir este Estatuto;
VIII – exercer as demais funções inerentes ao cargo.
Art. 33 – Compete aos Vice-presidentes, na ordem de eleição, substituir o Presidente nos seus impedimentos e auxiliar a mesa sempre que solicitados.
Art.34 – Compete ao Primeiro Secretário:
I – responsabilizar-se pelas atas e assiná-las, com o Presidente;
II – executar outras tarefas delegadas pelo Presidente.
Art. 35 – Compete ao Segundo Secretário substituir o primeiro em seus impedimentos;
CAPÍTULO VI
DO DIRETOR EXECUTIVO
Art. 36 – A União de Homens terá um Diretor Executivo, nomeado pela Assembléia Geral , por indicação do Conselho Administrativo e homologado pelo Conselho Geral da Convenção, remunerado e terá as seguintes funções:
I – superintender todas as atividades da União de Homens;
II – abrir, movimentar e encerrar contas bancárias;
III – administrar as finanças da União de Homens;
IV – receber os valores destinados à União de Homens;
V – fazer os pagamentos devidos;
VI – representar o Conselho Administrativo perante as instituições batistas;
VIII – resolver, em situação de necessidade e de urgência, os casos omissos, ad- referendum dos órgãos competentes;
IX – planejar, coordenar e acompanhar a execução do planejamento estratégico e de todas as atividades da União de Homens, bem como propor a sua estrutura organizacional;
X –executar as decisões do Conselho Administrativo e da Assembléia Geral e prestar relatório a estes;
XI – participar das reuniões do Conselho Geral da Convenção, na qualidade de assessor;
XII – representar a União de Homens, perante os poderes públicos e a sociedade, quando autorizado pelo Presidente;
XIII – administrar o quadro de empregados e o serviço de escritório, tendo sob sua responsabilidade a documentação e os arquivos da União de Homens;
XIV – elaborar a ordem do dia das reuniões do Conselho Administrativo;
XV – elaborar o relatório anual a ser apreciado pela Assembléia Geral e encaminhado à Convenção.
XVI – demais atribuições previstas neste Estatuto e no Regimento Interno;
§ 1º – Por decisão do Conselho Administrativo, o Diretor Executivo poderá acumular a direção de qualquer organização da União de Homens, sem acréscimo nos seus vencimentos.
§ 2º – É ainda da responsabilidade do Diretor Executivo a guarda e o zelo de todo o patrimônio da União de Homens, respondendo pessoal e solidariamente, por todos os atos que venha praticar com infringência das normas estatutárias, regimentais e regulamentares.
Art. 37 – O Diretor Executivo não possui poderes para adquirir direitos e/ou assumir quaisquer obrigações em nome União de Homens, interna ou externamente, ainda que em conjunto com o Conselho Administrativo, em qualquer ato no qual seja parte.
Art. 38 –O exercício da direção executiva é privativo de membros de Igreja Batista filiada à Convenção.
Art. 39 – O Diretor Executivo será avaliado a qualquer tempo, pelo Conselho Administrativo, por motivo justificado, com vista a sua permanência ou não, no cargo que ocupa.
CAPÍTULO VII
DAS INSTITUIÇÕES
Art. 40 – A União de Homens poderá criar ou manter outras instituições para realização dos seus fins específicos, desde que observe as exigências do Estatuto e Regimento Interno da Convenção.
CAPÍTULO VIII
DA RECEITA E PATRIMÔNIO
Art. 41 – A receita da União de Homens é constituída de doações, legados e rendas compatíveis com as suas finalidades, a saber:
I – recursos recebidos da Convenção;
II – ofertas regulares e especiais de instituições diversas, Igrejas e pessoas físicas;
III – resultados do fornecimento de produtos e serviços relacionados à sua finalidade a pessoas ou instituições;
IV – recursos resultantes de promoções e atividades da União de Homens.
Parágrafo Único – Todos os recursos e rendas obtidos pela União de Homens e suas Instituições serão aplicados, integralmente, no Brasil e com a finalidade exclusiva de fazer cumprir seus objetivos sociais.
Art. 42 – As doações e legados integram o patrimônio da União de Homens, não podendo
ser reivindicados pelos doadores, herdeiros, sucessores ou por terceiros.
Art. 43 – O patrimônio da União de Homens é constituído de doações, legados, bens móveis, imóveis e semoventes.
§ 1º – A aquisição de bens imóveis só poderá ser feita pelo Conselho Administrativo, em que votem favoravelmente, a maioria dos seus membros e homologação do Conselho Geral da Convenção.
§ 2º – A alienação e venda de bens imóveis só poderão ser feitas por decisão do Conselho Administrativo, com voto favorável de ¾ (três quartos) dos seus membros e a aprovação da Assembléia Geral da União de Homens, pelo voto favorável de 2/3 (dois terços) das representantes presentes e homologação do Conselho Geral da Convenção.
§ 3º – As doações e legados serão utilizados de acordo com as finalidades da União de Homens;
Art. 44 – Em caso de incorporação, fusão, cisão ou encerramento das atividades da União de Homens, que só poderá ocorrer por decisão de 2 (duas) Assembléias Gerais consecutivas, especialmente convocadas para este fim, com a presença de 80% (oitenta por cento) das organizações associadas e o voto favorável de 4/5 (quarto quintos) dos representantes credenciados e aprovação da Convenção; o patrimônio líquido será destinado à Convenção, ou a outra instituição a ser indicada pela Convenção.
CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 45 – A estrutura interna do Conselho Administrativo e as demais atribuições do Diretor Executivo serão previstas no regimento interno.

Art. 46 – A União de Homens manterá escrituração completa de suas receitas e despesas de forma a cumprir as formalidades que assegurem sua respectiva exatidão.
Art. 47 – A União de Homens publicará e apresentará à Convenção relatórios de suas atividades e das instituições que mantém, acompanhados dos respectivos resultados financeiros e balanço patrimonial.
Art. 48 – O balanço e demonstração de resultados elaborados, publicados e juntados aos relatórios serão acompanhados de pareceres de auditoria externa, sendo realizados ao menos uma vez a cada exercício social.
Parágrafo Único – O exercício social tem início em 1º de outubro e finda em 30 de setembro do ano seguinte.
Art.49 – A Convenção, as Igrejas a ela filiadas e os membros do Conselho Administrativo não respondem, nem mesmo subsidiariamente pelas obrigações contraídas pela União de Homens e nem esta pela responsabilidade daqueles.
Art.50 – É vedado o uso do nome da União de Homens em fianças e avais.
Art.51 – Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Administrativo, observado o Estatuto e o Regimento Interno da União de Homens ou da Convenção.
Art. 52 – O presente Estatuto, bem como suas futuras reformas, a serem propostas pelo Conselho Administrativo e aprovados pela Assembléia Geral da União de Homens, em cuja convocação conste reforma do Estatuto e entrarão em vigor após a sua aprovação pela Convenção.
Dailson Oliveira dos Santos
Presidente da UHBB

CAVALEIRO

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ESCUDEIRO

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