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ANIVERSÁRIO EMBAIXADORES DO REI

VEM AÍ O ANnullVER 2017

01 Jul 2016 0 comment
Durante o mês de Janeiro de 2017, Embaixadores do Rei de todo o Brasil estarão unidos em um só propósito: anunciar o Reino de Deus. O evento acontecerá no Sítio do Sossego, local que recebe os Embaixadores do Rei há muitos anos.

O acampamento é dividido em quatro semanas: a primeira, de 2 a 6 de janeiro. A segunda, de 9 a 13 de janeiro. A terceira, de 16 a 20 de janeiro e a quarta, de 23 a 27 de janeiro. Será um tempo de alegria, diversão e estudo da palavra de Deus.

Para mais informações acesse: http://www.anverss.com, http://www.facebook.com/anverss ou denaer@embaixadoresdorei.org

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BANDEIRAS

A embaixada deve possuir três bandeiras que devem ser expostas em cada reunião, ou somente nos dias em que na programação constar o juramento às bandeiras. Todavia, em ocasiões festivas e em acampamentos a presença das bandeiras dá um toque todo especial.
Ao ar livre, as bandeiras não podem permanecer no mastro à noite, salvo se estiverem iluminadas. Nunca de devem ser hasteadas antes do sol nascer, nem arriadas depois do sol se pôr.

Bandeira Nacional
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Sempre posta entre as dos Embaixadores do Rei e Cristã, como que em destaque em mastro mais alto que as demais. No hasteamento é sempre a primeira a ser içada, e em arriamento é sempre a última a ser arriada.

Juramento à Bandeira Nacional

“Prometo, pela minha honra, proceder em todas as circunstâncias como homem consciente de seus deveres, amar a minha pátria e defendê-la na paz e na guerra”.

Bandeira Cristã
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Sempre posta ao lado da Bandeira Nacional em mastro mais baixo que a Nacional. No hasteamento é sempre a segunda a ser içada, e em arriamento é sempre a penúltima a ser arriada.

Juramento à Bandeira Cristã

“Prometo, ser fiel ao meu Salvador Jesus Cristo, amá-lo de todo o meu coração e servi-lo com todas as minhas forças. Levarei a sua bandeira com a Bíblia aberta a todo mundo”.

Bandeira dos Embaixadores do Rei
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Sempre posta ao lado da Bandeira Nacional em mastro mais baixo que a Nacional e do mesmo tamanho ao da Cristã. No hasteamento é sempre a última a ser içada, e em arriamento é sempre a primeira a ser arriada. Mede 0,70m x 1,00m e divide-se em três partes (ou três panos), duas azuis e uma branca. Ao centro, a insígnia dos ER em amarelo. As cores são: azul real, branco e amarelo ouro.

Juramento à Bandeira dos ER (Compromisso)

“Prometo, esforçar-me por uma vida digna de um embaixador do Rei, guardar meus lábios da mentira, da impureza e de tomar o nome de Deus em vão. Conservar meu corpo limpo e pronto para o serviço. Estudar a vida de grandes embaixadores do Rei, na Palavra de Deus e nos livros missionário. Dar tudo o que puder para o sustento de missões e pelo meu trabalho ajudar a estabelecer o Reino de Deus na terra”.

(A partir daqui somente os embaixadores do Rei batizados)

“Prometo, ser leal a Jesus Cristo, viver para Ele e servi-Lo sempre. Terei uma vida pura, direi sempre a verdade, corrigirei os meus erros. Se assim não for, para que nasci?”.

UNIÃO DE HOMENS BATISTAS DO BRASIL

A UHBB é um departamento da Convenção Batista Brasileira e tem como objetivo motivar os homens batistas a proclamarem e viverem o verdadeiro evangelho.
Nossa sede fica na Rua José Higino, 416, Prédio 15, Tijuca, Rio de Janeiro-RJ.

Para a realização das suas atividades ela tem uma Secretaria Geral, administrada pôr um Secretário Geral nomeado pelo CPC, com três departamentos fins:
DENASHOB – Departamento Nacional de Sociedade de Homens Batistas
DENAGAM – Departamento Nacional de Grupo de Ação Missionária
DENAER – Departamento Nacional de Embaixadores do Rei
O Secretário Geral administra a União, edita as revistas, supervisiona os trabalhos dos departamentos e faz o elo de ligação com os secretários gerais convencionais, visando o trabalho harmônico dos homens batistas em todo o Brasil.
O DENASHOB realiza as suas atividades voltadas para a faixa etária de 36 anos até a chamada do irmão para a glória eterna com Jesus Cristo no céu.
O DENAGAM tem as suas atenções voltadas para os moços na faixa etária de 17 aos 35 anos de idade, quando eles recebem o nome de Gamistas.
O DENAER direciona as suas atenções para os meninos na faixa etária de 09 aos 16 anos de idade. Esses meninos são carinhosamente chamados de Embaixadores do Rei, porque eles são orientados para serem verdadeiros representantes do Rei Jesus Cristo aqui na terra.
Uma de nossas grandes conquistas, com certeza é estarmos administrando o Acampamento Batista Sítio do Sossego, considerado o Quartel General dos Embaixadores do Rei, mas hoje, você batista brasileiro pode dizer com orgulho que o Sitio do Sossego é o Quartel General dos Batistas Brasileiros.

Tema, divisa, hino permanente

TEMA: “Deus garante vitórias”

DIVISA: “Que diremos pois a estas coisas: se Deus é por nós, quem será contra nós?” — Romanos 8:31

HINO PERMANENTE: 454 CC – “Vitória nas lutas”

Novo Estatuto da UHBB

ESTATUTO DA UNIÃO HOMENS BATISTAS DO BRASIL
CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E FINALIDADE
Art. 1º – A UNIÃO HOMENS BATISTAS DO BRASIL, doravante denominada, União de Homens, com sede na Rua José Higino, 416 – Prédio 15, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ. CEP 20.510 – 412, e foro na cidade do Rio de Janeiro – RJ é uma ORGANIZAÇÃO RELIGIOSA, sem fins lucrativos, fundada em 23 de janeiro de 1978, por tempo indeterminado, pela CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA, doravante, Convenção, com número ilimitado de membros e tem por finalidade promover o programa da União de Homens, em conformidade com os princípios cristãos evangélicos batistas, definidos na Declaração Doutrinária da Convenção, e com a legislação em vigor.
Art. 2º – A União de Homens segue o espírito e a letra do Estatuto e Regimento Interno da Convenção, a quem está subordinada, seguindo, fielmente, as diretrizes gerais e orientação programática da Convenção, apresentando-lhe relatórios anuais de suas atividades, bem como os resultados financeiros e balanço patrimonial.
Art. 3º – A União de Homens terá um regimento interno, aprovado pelo Conselho Administrativo da União de Homens e homologado pelo Conselho Geral da Convenção.
Art. 4º – Na consecução de suas finalidades compete à União de Homens:
I – promover o programa da União de Homens em todo o território nacional;
II – promover atividades missionárias, educacionais, de ação social e outras, buscando desenvolver um caráter, profundamente, cristão no seus membros;
III – incentivar o espírito missionário do homem batista brasileiro, conforme as Sagradas Escrituras;
IV – editar, publicar e distribuir revistas e periódicos e toda literatura adequada à filosofia da União de Homens;
V – manter relações com os organismos estaduais e regionais da União de Homens, dando-lhes apoio na realização dos seus objetivos e propósitos;
VI – desenvolver programas de natureza espiritual, cultural, social e educacional, visando alcançar os seus fins;
VII – promover atividades em níveis nacionais e regionais, congressos, seminários, acampamentos, encontros de líderes, bem como atividades culturais: cursos para formação de liderança, visando o bem-estar, o crescimento e a edificação do homem batista brasileiro;
VIII – ministrar programas de treinamento de capacitação;
IX – promover a obra de assistência social cristã, através de instituições e programas específicos nas igrejas locais;
X – incentivar a criação, nas igrejas batistas, dos seus segmentos: Embaixadores do Rei (ER), Grupos de Ação Missionária (GAM) e Sociedade de Homens Batistas (SHB), entendendo-se por União de Homens Batistas na Igreja local o conjunto de Embaixadores do Rei, Grupo de Ação Missionária e Sociedade de Homens Batistas.
CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO
Seção I
Membros
Art. 5º – A União de Homens, organização executiva da Convenção, é composta de organizações de homens, definidas no regimento interno, constituído por homens, rapazes, adolescentes e juniores, membros das Igrejas Batistas filiadas à Convenção.
Art. 6º – Perderá a condição de membro da União de Homens:
I – quando desligado por esta ou deixar de fazer parte de uma Igreja Batista filiada à Convenção.
II – quando solicitar o seu desligamento;
III – quando deixar de apoiar a União de Homens, como previsto neste Estatuto e no Regimento Interno
§ 1º – O desligamento será feito em Assembléia Geral da União de Homens mediante parecer de uma comissão especial por esta constituída.
§ 2º – Sob qualquer alegação, nenhum direito poderá ser concedido àquele que deixar de ser membro da União de Homens.
Seção II
Direitos e Deveres
Art. 7º – São direitos das organizações associadas, membros da União de Homens:
I – participar da Assembléia Geral da União de Homens, através de seus representantes, devidamente credenciados pelas Uniões de Homens locais, com direito a voz e voto;
II – ter seus representantes indicadas para quaisquer cargos eletivos;
III – participar dos eventos e programas promovidos pela União de Homens;
IV – receber assistência e apoio da União de Homens, no desenvolvimento do programa que realizam na Igreja local;
V – defender-se de qualquer acusação que lhe seja feita.
Art. 8º – São deveres das Organizações Associadas membros da União de Homens:
I – apoiar a União de Homens, promovendo por todos os meios, os seus propósitos e finalidades;
II – ser fiel aos princípios bíblicos e doutrinários adotados pela Convenção;
III – participar das atividades gerais da União de Homens, com ela colaborando, para que alcance as metas estabelecidas por esta;
IV – dar apoio financeiro à União de Homens, através das ofertas especiais, levantadas pelas organizações locais;
V – divulgar junto às Convenções Estaduais e regionais o programa de trabalho da União de Homens;
VI – zelar pelo fiel cumprimento deste Estatuto.
CAPÍTULO III
DA ASSEMBLÉIA GERAL
Art. 9º – Para tratar de assuntos relacionados com o seu programa de trabalho, a União de Homens reunir-se-á anualmente, em Assembléia Geral Ordinária, constituída de representantes credenciados, representantes das organizações de Homens Batistas de que são membros.
§ 1º – A União de Homens poderá realizar Congressos inspirativos ao tempo das Assembléias Gerais.
§ 2º – O representante deverá ser membro de uma Igreja Batista filiada à Convenção e ter capacidade cível, condição indispensável para que seja eleito e componha a Diretoria e outros cargos da União de Homens.
§ 3° – As Assembléias Gerais Ordinárias serão realizadas no local e ocasião da Assembléia Geral Ordinária da Convenção.
§ 4º – As Assembléias Gerais Extraordinárias, quando necessário, serão realizadas em local e data fixados pelo Conselho Administrativo da União de Homens.
Art. 10 – São atribuições da Assembléia Geral:
I – eleger e destituir os membros da Diretoria;
II – eleger o Diretor Executivo, mediante indicação do Conselho Administrativo da União de Homens, doravante, Conselho Administrativo e homologação do Conselho Geral da Convenção Batista Brasileira, doravante, Conselho Geral da Convenção;
III – aprovar o relatório anual e as contas da União de Homens, na forma do Regimento Interno;
IV – autorizar a alienação de bens imóveis, desde que homologadas pelo Conselho Geral da Convenção;
V – deliberar sob a admissão e desligamento de organizações associadas;
VI – aprovar o Estatuto e o Regimento Interno da União de Homens, submetendo-os à aprovação da Convenção, por encaminhamento do Conselho Geral da Convenção;
VII – constituir comissões e nomeá-las, quando necessário.
Art. 11 – A convocação da Assembléia Geral será feita pelo Presidente ou por seu substituto legal, no impedimento daquele, mediante a publicação em O Jornal Batista, com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias.
Art. 12 – Quando necessário, a Assembléia Geral poderá ser convocada, extraordinariamente, após consulta prévia ao Conselho Administrativo, mediante publicação em O Jornal Batista, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
Art. 13 – O Conselho Administrativo deverá acolher requerimento que lhe seja dirigido por no mínimo 1/5 (um quinto) das organizações associadas, solicitando a convocação extraordinária da Assembléia Geral, a fim de apreciar os assuntos expostos no requerimento.
Art. 14 – Cada organização associada poderá credenciar, através das organizações locais, representantes correspondentes a até 30% (trinta por cento) das associadas que destas façam parte.
Art. 15 – A Assembléia Geral e as demais organizações adotarão as regras parlamentares da Convenção.
Art. 16 – A Assembléia Geral será instalada e funcionará com o quorum de 60% (sessenta por cento) dos seus representantes devidamente credenciados.
Art. 17 – As deliberações da Assembléia Geral serão tomadas pelo voto favorável da maioria dos presentes, exceto nas situações especiais previstas neste Estatuto ou no Regimento Interno.
Art. 18 – Nos casos de eleição e destituição do Diretor Executivo, bem como reforma do presente Estatuto, será exigido o voto mínimo favorável de 2/3 (dois terços) dos representantes das organizações associadas presentes, especialmente convocados para esse fim, não podendo ela deliberar, em primeira convocação, sem que esteja representada a maioria das referidas organizações ou, no mínimo, 1/3 (um terço) delas nas convocações seguintes.
CAPÍTULO IV
DA DIRETORIA E SUAS FUNÇÕES
Art. 19 – Para dirigir a União de Homens, bem como sua Assembléia Geral será eleita uma Diretoria composta de: Presidente, Primeiro Vice-presidente, Segundo Vice-Presidente, Primeiro Secretário e Segundo Secretário, para mandato de 2 (dois) anos.
§ 1º – Para eleição só poderão votar as representantes civilmente capazes e neste caso só estes poderão compor o quorum exigido.
§ 2º – Estarão impedidos de reeleição para qualquer cargo da Diretoria, aqueles que tenham ocupado cargos na Diretoria por 2 (dois) mandatos consecutivos anteriores, observando o interstício de um mandato para novas eleições.
§ 3º – Nenhum membro da Diretoria será remunerado, cabendo-lhe tão somente, o direito ao reembolso das despesas quando a serviço da União de Homens.
§ 4º – A posse da Diretoria será realizada na última sessão da Assembléia Geral Ordinária, sendo seu mandato exercido até a posse da nova Diretoria.

§ 5º – O sistema de eleição será regulamentado no Regimento Interno.
Art. 20 – Compete ao Presidente:
I – convocar e presidir as Assembléias;
II – assinar as atas juntamente com o Secretário;
III – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;
IV – representar a União de Homens, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente;
V – ter assento presencial no Conselho Geral da Convenção, na qualidade de membro, com direito a voz e ao exercício do voto, cujos direitos são intransferíveis, sob qualquer alegação.
VI – exercer as demais funções inerentes ao cargo e às previstas no regimento interno.
Parágrafo único – O Presidente poderá fazer-se representar através de procurador, com poderes específicos.
Art. 21 – Compete aos Primeiro Vice-presidente; Segundo Vice-presidente substituir o Presidente em seus impedimentos, observada a ordem de eleição.
Art. 22 – Compete ao Primeiro Secretário:
I – responsabilizar-se pelas atas assinando-as, juntamente com o Presidente;
II – exercer as demais funções inerentes ao cargo.
Parágrafo único – As atas poderão ser redigidas por profissionais técnicos, previamente indicados pela Diretoria, inclusive na assessoria ao Secretário.
Art. 23 – Compete ao Segundo Secretário substituir o Primeiro Secretário em seus impedimentos.
CAPÍTULO V
DO CONSELHO ADMINISTRATIVO
Seção I
Composição
Art. 24 – A União de Homens é administrada por um Conselho Administrativo, constituído pela Diretoria da União de Homens e por 8 (oito) membros eleitos pela Assembléia Geral e homologados pela Convenção, com mandato de 4 (quatro) anos, renovados, anualmente, por 50% (cinqüenta por cento) dos seus membros e mais um representante de cada organização associada estadual e regional.
§ 1º – A Assembléia Geral elegerá também 2 (dois) suplentes para o período de um

mandato que substituirão, na ordem de eleição, os membros do Conselho Administrativo, no caso de impedimento ou vacância.
§ 2º – A União de Homens integrará o Comitê de Educação Religiosa da Convenção, que a assessorará, especialmente, na orientação, coordenação e avaliação dos objetivos da União de Homens.
§ 3º – A Diretoria da União de Homens é também a Diretoria do Conselho Administrativo.
Art. 25 – Os membros do Conselho Administrativo não serão remunerados, a qualquer título e não receberão vantagens ou benefícios.
Parágrafo Único – Os membros do Conselho Administrativo, quando a serviço da União de Homens, terão direito ao ressarcimento das despesas relacionadas, estritamente, com o exercício do seu mandato, desde que devidamente comprovadas.
Art. 26 – É condição para ser eleito e exercer a função de membro do Conselho Administrativo:
I – ser membro de uma Igreja Batista filiada à Convenção;
II – ser plenamente capaz na forma da lei;
III – não ser empregado da União de Homens ou de alguma das suas Instituições ou ter sido, durante os 2 (dois) últimos anos;
IV – que, de qualquer modo, receba dela remuneração.
Art. 27 – O Conselho elegerá, anualmente, dentre os seus membros uma comissão de assessoria ao Diretor Executivo constituído de 5 (cinco) membros, cujas funções serão previstas no Regimento Interno.
Seção II
Reuniões
Art. 28 – O Conselho Administrativo realizará a sua primeira reunião ordinária, após a realização da Assembléia Geral Ordinária.
§ 1º – As demais reuniões, bem como as suas decisões e quorum, serão regulamentadas no regimento interno.
§ 2º – O Conselho Administrativo poderá realizar reuniões em situações especiais pelo sistema de teleconferência ou outro meio que venha existir, uma vez assegurado o quorum regimental para tomada de decisões.
Art. 29 – Perderá o mandato o membro que não comparecer a pelo menos uma reunião ordinária, em cada exercício.
Seção III
Atribuições
Art. 30 – Compete ao Conselho Administrativo:
I – estabelecer a política geral a ser observada pela União de Homens definindo diretrizes, metas e normas gerais reguladoras de sua atividade;
II – indicar o Diretor Executivo, a ser nomeado pela Assembléia Geral da União de Homens e que será homologado do Conselho Geral da Convenção;
III – homologar as nomeações dos titulares de cargos gerenciais feitas pelo Diretor Executivo;
IV – receber legados, doações e heranças, em nome da União de Homens, sendo revertidas, integralmente, para o patrimônio desta;
V – zelar pelo cumprimento do presente Estatuto;
VI – adquirir, onerar, vender bens imóveis, em nome da União de Homens, nos termos deste Estatuto, desde que receba a homologação do Conselho Geral da Convenção;
VII – aprovar o estatuto e o regimento interno de suas instituições;
VIII – elaborar e gerir o planejamento estratégico estabelecido pela Convenção;
IX – elaborar e encaminhar à Convenção, através do Conselho Geral da Convenção, proposta e reforma do Estatuto e regimento interno da União de Homens;
X – prestar relatório à Assembléia Geral;
XI – elaborar o orçamento financeiro, bem como o calendário anual da União de Homens;
XII – aprovar os relatórios anuais das instituições a serem aprovados pela Assembléia Geral;
XIII – contratar e demitir os coordenadores das divisões;
XIV – planejar, coordenar e dirigir as atividades da União de Homens;
XV – exercer as demais funções inerentes ao cargo e previstas no Regimento Interno.
Seção IV
Diretoria do Conselho Administrativo
Art. 31 – O Conselho Administrativo será dirigido pela Diretoria da União de Homens, composta de Presidente, Primeiro Vice-presidente e Segundo Vice-presidente, Primeiro Secretário e Segundo Secretário.
Art. 32 – Compete ao Presidente:
I – convocar e presidir as reuniões do Conselho Administrativo;
II – assinar as atas com o Secretário;
III – assinar escrituras com outro membro da Diretoria, e com o Diretor Executivo, por decisão do Conselho Administrativo e homologação da Convenção, nos termos deste Estatuto;
IV – representar a União de Homens, ativa, passiva, judicial e extrajudicialmente, podendo outorgar mandados para estes fins e delegar poderes para representá-lo em quaisquer circunstâncias, no limite deste Estatuto;
V – tomar decisões juntamente com o Diretor Executivo, nos casos, comprovadamente, excepcionais ou de extrema urgência, prestando os devidos esclarecimentos ao Conselho Administrativo;
VI – firmar convênios;
VII – cumprir e fazer cumprir este Estatuto;
VIII – exercer as demais funções inerentes ao cargo.
Art. 33 – Compete aos Vice-presidentes, na ordem de eleição, substituir o Presidente nos seus impedimentos e auxiliar a mesa sempre que solicitados.
Art.34 – Compete ao Primeiro Secretário:
I – responsabilizar-se pelas atas e assiná-las, com o Presidente;
II – executar outras tarefas delegadas pelo Presidente.
Art. 35 – Compete ao Segundo Secretário substituir o primeiro em seus impedimentos;
CAPÍTULO VI
DO DIRETOR EXECUTIVO
Art. 36 – A União de Homens terá um Diretor Executivo, nomeado pela Assembléia Geral , por indicação do Conselho Administrativo e homologado pelo Conselho Geral da Convenção, remunerado e terá as seguintes funções:
I – superintender todas as atividades da União de Homens;
II – abrir, movimentar e encerrar contas bancárias;
III – administrar as finanças da União de Homens;
IV – receber os valores destinados à União de Homens;
V – fazer os pagamentos devidos;
VI – representar o Conselho Administrativo perante as instituições batistas;
VIII – resolver, em situação de necessidade e de urgência, os casos omissos, ad- referendum dos órgãos competentes;
IX – planejar, coordenar e acompanhar a execução do planejamento estratégico e de todas as atividades da União de Homens, bem como propor a sua estrutura organizacional;
X –executar as decisões do Conselho Administrativo e da Assembléia Geral e prestar relatório a estes;
XI – participar das reuniões do Conselho Geral da Convenção, na qualidade de assessor;
XII – representar a União de Homens, perante os poderes públicos e a sociedade, quando autorizado pelo Presidente;
XIII – administrar o quadro de empregados e o serviço de escritório, tendo sob sua responsabilidade a documentação e os arquivos da União de Homens;
XIV – elaborar a ordem do dia das reuniões do Conselho Administrativo;
XV – elaborar o relatório anual a ser apreciado pela Assembléia Geral e encaminhado à Convenção.
XVI – demais atribuições previstas neste Estatuto e no Regimento Interno;
§ 1º – Por decisão do Conselho Administrativo, o Diretor Executivo poderá acumular a direção de qualquer organização da União de Homens, sem acréscimo nos seus vencimentos.
§ 2º – É ainda da responsabilidade do Diretor Executivo a guarda e o zelo de todo o patrimônio da União de Homens, respondendo pessoal e solidariamente, por todos os atos que venha praticar com infringência das normas estatutárias, regimentais e regulamentares.
Art. 37 – O Diretor Executivo não possui poderes para adquirir direitos e/ou assumir quaisquer obrigações em nome União de Homens, interna ou externamente, ainda que em conjunto com o Conselho Administrativo, em qualquer ato no qual seja parte.
Art. 38 –O exercício da direção executiva é privativo de membros de Igreja Batista filiada à Convenção.
Art. 39 – O Diretor Executivo será avaliado a qualquer tempo, pelo Conselho Administrativo, por motivo justificado, com vista a sua permanência ou não, no cargo que ocupa.
CAPÍTULO VII
DAS INSTITUIÇÕES
Art. 40 – A União de Homens poderá criar ou manter outras instituições para realização dos seus fins específicos, desde que observe as exigências do Estatuto e Regimento Interno da Convenção.
CAPÍTULO VIII
DA RECEITA E PATRIMÔNIO
Art. 41 – A receita da União de Homens é constituída de doações, legados e rendas compatíveis com as suas finalidades, a saber:
I – recursos recebidos da Convenção;
II – ofertas regulares e especiais de instituições diversas, Igrejas e pessoas físicas;
III – resultados do fornecimento de produtos e serviços relacionados à sua finalidade a pessoas ou instituições;
IV – recursos resultantes de promoções e atividades da União de Homens.
Parágrafo Único – Todos os recursos e rendas obtidos pela União de Homens e suas Instituições serão aplicados, integralmente, no Brasil e com a finalidade exclusiva de fazer cumprir seus objetivos sociais.
Art. 42 – As doações e legados integram o patrimônio da União de Homens, não podendo
ser reivindicados pelos doadores, herdeiros, sucessores ou por terceiros.
Art. 43 – O patrimônio da União de Homens é constituído de doações, legados, bens móveis, imóveis e semoventes.
§ 1º – A aquisição de bens imóveis só poderá ser feita pelo Conselho Administrativo, em que votem favoravelmente, a maioria dos seus membros e homologação do Conselho Geral da Convenção.
§ 2º – A alienação e venda de bens imóveis só poderão ser feitas por decisão do Conselho Administrativo, com voto favorável de ¾ (três quartos) dos seus membros e a aprovação da Assembléia Geral da União de Homens, pelo voto favorável de 2/3 (dois terços) das representantes presentes e homologação do Conselho Geral da Convenção.
§ 3º – As doações e legados serão utilizados de acordo com as finalidades da União de Homens;
Art. 44 – Em caso de incorporação, fusão, cisão ou encerramento das atividades da União de Homens, que só poderá ocorrer por decisão de 2 (duas) Assembléias Gerais consecutivas, especialmente convocadas para este fim, com a presença de 80% (oitenta por cento) das organizações associadas e o voto favorável de 4/5 (quarto quintos) dos representantes credenciados e aprovação da Convenção; o patrimônio líquido será destinado à Convenção, ou a outra instituição a ser indicada pela Convenção.
CAPÍTULO XI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 45 – A estrutura interna do Conselho Administrativo e as demais atribuições do Diretor Executivo serão previstas no regimento interno.

Art. 46 – A União de Homens manterá escrituração completa de suas receitas e despesas de forma a cumprir as formalidades que assegurem sua respectiva exatidão.
Art. 47 – A União de Homens publicará e apresentará à Convenção relatórios de suas atividades e das instituições que mantém, acompanhados dos respectivos resultados financeiros e balanço patrimonial.
Art. 48 – O balanço e demonstração de resultados elaborados, publicados e juntados aos relatórios serão acompanhados de pareceres de auditoria externa, sendo realizados ao menos uma vez a cada exercício social.
Parágrafo Único – O exercício social tem início em 1º de outubro e finda em 30 de setembro do ano seguinte.
Art.49 – A Convenção, as Igrejas a ela filiadas e os membros do Conselho Administrativo não respondem, nem mesmo subsidiariamente pelas obrigações contraídas pela União de Homens e nem esta pela responsabilidade daqueles.
Art.50 – É vedado o uso do nome da União de Homens em fianças e avais.
Art.51 – Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Administrativo, observado o Estatuto e o Regimento Interno da União de Homens ou da Convenção.
Art. 52 – O presente Estatuto, bem como suas futuras reformas, a serem propostas pelo Conselho Administrativo e aprovados pela Assembléia Geral da União de Homens, em cuja convocação conste reforma do Estatuto e entrarão em vigor após a sua aprovação pela Convenção.
Dailson Oliveira dos Santos
Presidente da UHBB

CAVALEIRO

manual_do_embaixador_cavaleiro

ESCUDEIRO

manual_do_embaixador_escudeiro

ARAUTO

manual_do_embaixador_arauto

CANDIDATO

Tema: “Somos Embaixadores por Cristo”
Divisa: “De Sorte que somos Embaixadores por Cristo, como se Deus por nós rogasse,
rogamo-vos pois da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus” (II Cor.5:20)
Significado do nome Embaixadores do Rei
Eis os três tópicos mais importantes:
Um embaixador é aquele que representa seu governo em outro país.
Um Embaixador do Rei é aquele que representa Jesus Cristo na Terra.
A tarefa do verdadeiro ER é zelar pelo interesse do seu Rei aqui na Terra e mostrar aos outros
o que é ser cristão.

Hino Oficial:
O primeiro hino oficial da organização foi o hino “Mensagem Real” (207 C.C.), este porém
continha notas muito graves e agudas, impróprias para as vozes de adolescentes.
Em 1963 sua música foi substituída, o que ajudou bastante.
Em 1967 foi composto o hino “Firmando Propósitos” para ser o hino oficial do acampamento
Nacional dos E.R., realizado em Recife.
Em 1970 o hino “Firmando Propósitos” foi adotado como oficial a pedido de alguns lideres.
O hino “Firmando Propósitos” foi inspirado nas cores da organização.
Música do Hino Oficial : Antonio Coutinho.
Letra do Hino Oficial: Edson Machado
Compromisso:
“Embaixador Chefe”: Prometo;
Embaixadores: Esforçar-me por uma vida digna de um Embaixador do Rei, guardar os meus
lábios da mentira, da impureza e de tomar o nome de DEUS em vão; Conservar o meu corpo
limpo e pronto para o serviço , estudar a vida de grandes Embaixadores do rei na palavra de
DEUS e nos livros missionários , dar tudo que poder para o sustento de missões e pelo meu
trabalho , ajudar a estabelecer o reino de DEUS na terra’’.
Embaixadores (Batizados) – Prometo:
Ser leal à JESUS CRISTO , viver para ele e servi-lo sempre , terei uma vida pura ,direi sempre
a verdade, corrigirei os meus erros, seguirei à CRISTO REI se assim não for , para que nasci ?
O compromisso que os embaixadores fazem com seu Rei. É importante observar que a
segunda parte do compromisso é falada apenas pelos que são batizados. Para não se confundir, decore a seguinte ordem de palavras : Esforçar-me, guardar, conservar, estudar,
dar, ajudar. Na segunda parte : ser leal, viver, servir. Terei, direi, corrigirei, seguirei, nasci.
Serviço Real:
Serviço Real é o trabalho que o Embaixador faz para ajudar ao seu próximo sem visar
qualquer recompensa.
Serviço Real Individual é aquele que o embaixador faz sozinho: no lar, na vizinhança, na
escola, etc.
Serviço Real Especial ou Coletivo é aquele que o embaixador faz em grupo, com a
embaixada, sob a supervisão do conselheiro.
Declaração dos Embaixadores do Rei:
É uma afirmação por palavras proferidas em público, geralmente usada em reuniões
especiais.
Embaixador-Chefe: O que é um embaixador?
Todos: Um embaixador é aquele que representa seu governo em outro país.
Embaixador-Chefe: A quem deve o embaixador prestar contas?
Todos: Ao governo de quem recebe a missão.
Embaixador-Chefe: Quem representais como embaixadores?
Todos: Jesus Cristo, o nosso Rei (II Cor. 5:20)
Embaixador-Chefe: Qual o motivo do vosso serviço?
Todos: “O amor de Cristo” (I João 4:19 – versão revisada)
Embaixador-Chefe: Qual a vossa mensagem?
Todos: “Por Cristo vos rogamos que vos reconcilieis com Deus” (II Cor. 5:20)
Embaixador-Chefe: Qual é a ordem do Rei?
Todos: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do
Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho
mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. (Mateus
28:19-20).
Insígnea dos Embaixadores do Rei:
A Insígnia é um símbolo, uma figura que nos faz lembrar alguma coisa.
A Insignia dos E.R. tem quatro partes:
Escudo – Simboliza a fé e lembra o seu possuidor que ele é um embaixador por Cristo.
Faixa – Mostra que o ER é trabalhador, falando de Cristo aos perdidos.
Coroa – Em suas cinco pontas apresenta os cinco ideais dos ER:
Oração, Mordomia, Estudo Bíblico, Missões e Serviço Real.
Ramo de Louro – Simboliza a vitória que deve ser ganha por Cristo e para Cristo.
As cores dos Embaixadores do Rei:
Trazem grandes mensagens para nossas vidas, pois cada uma tem o seu significado especial:
Azul: Lealdade a Cristo; A Igreja de Cristo; A Organização Embaixadores do Rei.
Branco: Pureza Do Corpo ; Da Mente ; Da Alma na adoração a Deus e somente a Ele.
Amarelo: Preciosidade ; De Cristo para o Embaixador: Quando este o aceita como salvador ;
Do Embaixador para Cristo : Quando este emprega o melhor de sua capacidade no trabalho de
Deus.
Regra dos Embaixadores do Rei:
Ser Honesto.
Obedecer às regras do jogo.
Não mentir.
Guardar os lábios.
Não tomar o nome de Deus em vão.
Não falar palavrões.
Não ofender os colega chamado-os de burros, ruins.
Perder sem se zangar.
Trabalhar em equipe.
Não sendo individualista.
Jogando em sua posição.
Esforçando-se pela vitória.
Movimento Moderno de Missões:
Movimento Moderno de Missões foi o nome dado ao despertamento dos crentes quanto às
suas responsabilidades missionárias. Pois, naquela época os cristãos pensavam que se Deus
quisesse salvar os pagãos, o faria sem nenhum auxílio.
O Pai do Movimento Moderno de Missões foi Guilherme Carey, ele era um sapateiro inglês e
também um pastor batista.
Um dia, em sua tenda de remendão, lendo a bíblia Carey foi inspirado por Deus em Mateus
28:19-20, a fazer missões. Refletiu, orou e estudou o que podia fazer.
Pregando, convenceu o povo que Jesus queria que eles fossem quando disse Ide.
Então, foi para Índia em 1793 e por seus esforços a bíblia foi traduzida para mais de quarenta
dialetos.